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Uma formação sobre saúde mental reuniu 155 professores e 545 estudantes do 9º ano do ensino fundamental em Ibirité, no início de setembro, para ensinar a identificar sinais precoces de sofrimento emocional entre adolescentes.

A atividade integra o programa Viver com Saúde – Saúde Mental nas Escolas, da Fundación Mapfre, voltado à rede pública de ensino. Em Ibirité, o treinamento foi conduzido por profissionais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e tratou da identificação precoce de sinais de sofrimento psíquico e do encaminhamento de alunos à rede de proteção e aos serviços de saúde. A assessoria não informou quantas escolas do município foram atendidas.

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março de 2026, três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos disseram se sentir tristes constantemente ou na maioria das vezes. Proporção semelhante relatou já ter tido vontade de se machucar de propósito. O levantamento ouviu mais de 118 mil estudantes de escolas públicas e privadas de todo o país.

O programa é desenvolvido em parceria com secretarias estaduais e municipais de educação e em aliança com a UNIFESP e o Ensino Einstein – Centro de Educação em Saúde Abram Szajman, responsáveis pela condução das aulas. Os profissionais recebem treinamento e material didático gratuito. Em 2025, de acordo com a fundação, a iniciativa alcançou 6,7 milhões de estudantes e educadores.

As diretrizes do programa delimitam a atuação dos educadores como pedagógica e preventiva. Ao reconhecer mudanças de comportamento, isolamento ou queda no rendimento escolar, a escola aciona a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPS IJ).

“Temos um trabalho contínuo para levar informação de qualidade para os educadores de todo o país poderem lidar com mais assertividade e também de forma acolhedora e preventiva junto aos alunos”, afirma a representante da Fundación Mapfre no Brasil, Fátima Lima.

Fora de Minas Gerais, o programa também atuou no Pará. Em 15 de setembro, Belém sediou o seminário “Saúde Mental e Marcadores Sociais na Educação”, que reuniu 150 profissionais presencialmente e outros 130 de forma remota, e marcou o lançamento do livro “Saúde Mental na Infância: uma conversa com educadores”.

Não foi informado se novas formações estão previstas em Minas Gerais, em quais municípios, nem como escolas da rede pública interessadas podem solicitar a capacitação.

Nota da redação: esta matéria foi produzida a partir de release/aviso de pauta oficial recebido pela redação e publicada de forma automatizada; o conteúdo carece de revisão editorial adicional.

Fonte: Assessoria da Fundación Mapfre (InPress Porter Novelli)

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Redação Luz Metropolitana

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