Notícia
Adolescentes e jovens que cumprem medidas socioeducativas em Belo Horizonte passaram a fazer cursos de moda, design, tecnologia, gastronomia e multimídia em um projeto-piloto do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com a Fundação Roberto Marinho.
Em Minas Gerais, participam jovens do Centro Socioeducativo São Jerônimo, no bairro Horto, na Zona Leste da capital, e da Casa de Semiliberdade Santa Amélia, também em Belo Horizonte, além das unidades de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, e de Alfenas, no Sul do estado. O número de participantes não foi informado.
Chamado de Co.liga Socioeducativo, o projeto funciona na plataforma Co.liga, da fundação, e tem apoio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes do início das atividades, os participantes têm acesso ao catálogo e escolhem quais cursos querem fazer.
Cada jovem faz duas formações de cinco horas. A primeira vai até 25 de setembro, e a segunda acontece de 28 de setembro a 2 de outubro, com cerca de uma hora de atividade por dia. As aulas são realizadas nos laboratórios de informática das próprias unidades, com computador e internet.
Entre as adolescentes do Centro Socioeducativo São Jerônimo, o curso de Moda e Sustentabilidade é o mais procurado. Representantes do GMF do TJMG acompanharam as atividades na unidade na terça-feira (22).
“Quando adolescentes têm a oportunidade de escolher uma formação que dialoga com seus interesses, eles deixam de ser apenas destinatários de uma atividade e passam a participar ativamente desse processo. […]”, afirmou o juiz José Roberto Poiani, titular da Vara da Infância e da Juventude de Uberlândia e coordenador-executivo do Sistema Socioeducativo do GMF do TJMG.
A certificação dos adolescentes, dos jovens e dos profissionais que atuam como mediadores está prevista para outubro, junto com a avaliação dos cursos. A iniciativa integra a agenda Justiça Juvenil do CNJ.
Nota da redação: esta matéria foi produzida a partir de release/aviso de pauta oficial recebido pela redação e publicada de forma automatizada; o conteúdo carece de revisão editorial adicional.
Fonte: Diretoria Executiva de Comunicação (Dircom) do TJMG



