Notícia
O Ministério da Educação prevê investimento inicial de R$ 30 milhões para a nova sede do Colégio de Aplicação João XXIII, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O prédio antigo está interditado desde fevereiro.
A escola atende cerca de 1.350 estudantes do ensino fundamental, do ensino médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A unidade segue interditada por causa dos riscos geológicos identificados na encosta do Morro do Cristo, depois dos deslizamentos provocados pelas chuvas de fevereiro de 2026. Os alunos estão sendo atendidos em um imóvel alugado no Centro de Juiz de Fora e na própria universidade.
A nova unidade deve ser erguida no campus sede da UFJF, diante da impossibilidade de retorno ao prédio original. O valor definitivo da obra depende dos projetos executivos, que serão elaborados pela universidade, etapa necessária para a licitação.
“Queremos começar a obra o mais rápido possível, porque essa era uma unidade que atendia cerca de 1,2 mil alunos. A gente espera que em até 45 dias possamos definir o local onde ficará o Colégio, para então partir para a fase de licitação e de definição de projetos, respeitando as necessidades da comunidade escolar. Quando a escola estiver pronta, todas as matrículas aqui serão de tempo integral […]”, afirmou o ministro da Educação, Leonardo Barchini.
O colégio foi criado em 1965. A agenda do ministro em Juiz de Fora nesta sexta-feira (16) também incluiu as obras de ampliação do Hospital Universitário da UFJF (HU-UFJF) e do futuro prédio de laboratórios e clínica de medicina veterinária, no campus sede.
A conclusão do bloco E do complexo hospitalar tem investimento estimado em R$ 214,9 milhões e está incluída no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). O hospital é referência para 94 municípios do Sudeste de Minas Gerais e, com a nova estrutura, passa de 154 para 385 leitos e de 4.924 para 13.025 internações por ano. Os consultórios sobem de 78 para 150, e os atendimentos ambulatoriais projetados vão de 131.564 para 253.008 por ano.
“Ficamos muito felizes de retomar essa obra agora em janeiro, após tanto tempo parada, que se encontra em torno de 10% concluída”, informou Barchini. A expectativa do ministério é entregar o hospital em 2029, com serviços que hoje não existem na rede pública local, como radioterapia e oncologia pediátrica.
Nota da redação: esta matéria foi produzida a partir de release/aviso de pauta oficial recebido pela redação e publicada de forma automatizada; o conteúdo carece de revisão editorial adicional.
Fonte: Assessoria do Ministério da Educação (MEC)



