Certo sitiante de Funilândia tinha uma mula – era muito estimada.

Todos os dias ele brincava e conversava com a mula, passava a mão na cara dela, a beijava… (As pessoas até suspeitavam.)

O Sumiço

Num certo dia, ao se levantar bem cedo, aquele funilandense notou que a mula não estava lá.

Muito entristecido, saiu a procurar a tal mulinha. Já cansado do caminho, começou a chorar…

“Será possível? Eu gostava tanto da mula, ela era tudo para mim, e agora ela some.”

A Dica do Viajante

Um viajante passou, soube da história e indicou:

“Moço, tem um jornal aqui na cidade que eles ajudam a encontrar as coisas perdidas.”

Na Redação

Então, “seu Zé da estrada” foi até a redação e contou o fato.

O redator disse que deveria colocar um anúncio escrito.

A Lógica Implacável

Mais triste ainda, seu Zé disse:

“Não vai ter jeito… minha mulinha não sabe ler.”


A Moral da História

Esta simples anedota funilandense ilustra perfeitamente o desafio eterno da comunicação: não basta ter o meio, é preciso que a mensagem chegue ao destinatário certo.

Seu Zé não entendeu que o anúncio não era para a mula ler, mas para que outras pessoas a encontrassem e devolvessem.

Quantas vezes, como Seu Zé, perdemos oportunidades por não compreender como a comunicação realmente funciona?

A Luz Metropolitana existe exatamente para isso: conectar quem precisa com quem pode ajudar, quem perdeu com quem achou, quem busca com quem oferece.

E garantimos: nossos leitores sabem ler!

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Sobre a autora

Carlos Barbosa

Jornalista Diretor Geral do Jornal Luz Metropolitana desde 2016, com trajetória em diversos veículos de comunicação de 2002. "Se abrirão grandes alamedas, por onde passará o homem livre." Salvador Allende

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