Certo sitiante de Funilândia tinha uma mula – era muito estimada.
Todos os dias ele brincava e conversava com a mula, passava a mão na cara dela, a beijava… (As pessoas até suspeitavam.)
O Sumiço
Num certo dia, ao se levantar bem cedo, aquele funilandense notou que a mula não estava lá.
Muito entristecido, saiu a procurar a tal mulinha. Já cansado do caminho, começou a chorar…
“Será possível? Eu gostava tanto da mula, ela era tudo para mim, e agora ela some.”
A Dica do Viajante
Um viajante passou, soube da história e indicou:
“Moço, tem um jornal aqui na cidade que eles ajudam a encontrar as coisas perdidas.”
Na Redação
Então, “seu Zé da estrada” foi até a redação e contou o fato.
O redator disse que deveria colocar um anúncio escrito.
A Lógica Implacável
Mais triste ainda, seu Zé disse:
“Não vai ter jeito… minha mulinha não sabe ler.”
A Moral da História
Esta simples anedota funilandense ilustra perfeitamente o desafio eterno da comunicação: não basta ter o meio, é preciso que a mensagem chegue ao destinatário certo.
Seu Zé não entendeu que o anúncio não era para a mula ler, mas para que outras pessoas a encontrassem e devolvessem.
Quantas vezes, como Seu Zé, perdemos oportunidades por não compreender como a comunicação realmente funciona?
A Luz Metropolitana existe exatamente para isso: conectar quem precisa com quem pode ajudar, quem perdeu com quem achou, quem busca com quem oferece.
E garantimos: nossos leitores sabem ler!