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A reforma do Fórum Lafayette, o maior de Minas Gerais, deve ser entregue ao Judiciário no primeiro semestre de 2027. Dirigentes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) visitaram a obra, em Belo Horizonte, na sexta (23).
O prédio concentra boa parte dos serviços judiciais da capital e, depois da reforma, vai abrigar 43 varas e quatro salões do Tribunal do Júri. A data de abertura ao público ainda não foi definida: segundo o tribunal, isso só será decidido após a conclusão dos trabalhos e a preparação dos espaços.
Inaugurado em 1980, no bairro Barro Preto, região Centro-Sul da capital, o edifício tem 12.960 m², dos quais 4,3 mil m² de área construída.
Entre as varas previstas estão 12 de Família, 11 Criminais, quatro Criminais especializadas na Lei Maria da Penha, cinco de Tóxicos, quatro de Sucessões, duas da Infância e da Juventude, uma de Execuções Penais, uma de Inquéritos Policiais, uma de Precatórios Criminais, uma Agrária e uma de Registros Públicos. Também serão instalados os Juizados Especiais Criminais, o Centro de Reconhecimento de Paternidade (CRP), os setores Psicossocial e de Apoio Administrativo e Operacional e a Central de Perícias Médicas.
As intervenções incluem a revitalização da fachada, do gradil e dos passeios, além de melhorias nos espaços de convivência do pátio central e na galeria de arte. O projeto prevê ainda melhores condições de acesso para réus encarcerados, cerca de 10 novas celas, novas saídas de emergência, guarita, controle de entrada setorizado e ampliação do circuito fechado de televisão.
As varas e os salões do júri terão novo layout, e o prédio recebe troca das instalações hidráulicas, elétricas e de telecomunicações, iluminação em LED, substituição de pisos e forros e novo sistema central de ar-condicionado.
Para o superintendente de Obras e Gestão Predial do TJMG, desembargador Ronaldo Claret de Moraes, a principal mudança é reunir em um só endereço setores hoje espalhados: “Até então, diversos setores do Tribunal funcionavam em prédios distintos, o que tornava necessária uma reorganização dessa estrutura.”
A juíza coordenadora dos Juizados Especiais de Minas Gerais, Raquel Discacciati Bello, afirmou que levar os Juizados Especiais Criminais para o prédio deve facilitar o acesso à Justiça, sobretudo para pessoas em situação de maior vulnerabilidade social.
A visita foi feita pelo presidente do TJMG, desembargador Vicente de Oliveira Silva, e pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Raimundo Messias Júnior, acompanhados de outros magistrados, servidores e trabalhadores terceirizados. O custo da obra não foi informado.
Nota da redação: esta matéria foi produzida a partir de release/aviso de pauta oficial recebido pela redação e publicada de forma automatizada; o conteúdo carece de revisão editorial adicional.
Fonte: Assessoria de Comunicação do TJMG


