Notícia
A Universidade Federal Indígena terá sede em Brasília e previsão de expansão para 20 localidades do país, informou nesta quarta-feira (4) o ministro da Educação, Leonardo Barchini, no programa “Bom Dia, Ministro”.
A instituição é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC) em parceria com o Ministério dos Povos Indígenas (MPI) e será organizada no modelo multicampi, para ampliar o acesso dos povos indígenas ao ensino superior. As localidades que vão receber os campi não foram informadas.
Segundo o ministro, o projeto de lei que cria a universidade já foi aprovado e o MEC comprou o imóvel que vai abrigar a sede. Os primeiros vestibulares e o ingresso pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam por Brasília, com expansão posterior para as demais localidades. Não há data definida para o primeiro processo seletivo.
“A criação da Universidade Federal Indígena é um marco histórico. A nossa ideia é fazer os primeiros vestibulares, os primeiros acessos via Enem, em Brasília, depois expandir por todo o Brasil. Todos os estudantes de comunidades indígenas serão atendidos por bolsas de permanência”, afirmou.
Barchini disse ainda que o número de bolsas de permanência para estudantes indígenas nas universidades federais dobrou nos últimos quatro anos. O total de bolsas não foi informado.
Outro ponto da entrevista foi a escola em tempo integral. O percentual de municípios brasileiros com iniciativas voltadas à ampliação dessa modalidade passou de 17%, em 2023, para 91%, segundo o MEC, que tem a meta de chegar a 100%. O ministério oferece assistência técnica às redes de ensino e apoio para o uso de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) na ampliação das matrículas.
O Programa Escola em Tempo Integral considera tempo integral a jornada igual ou superior a 7 horas diárias ou 35 horas semanais e dá prioridade a escolas que atendem estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Nota da redação: esta matéria foi produzida a partir de release/aviso de pauta oficial recebido pela redação e publicada de forma automatizada; o conteúdo carece de revisão editorial adicional.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR)



