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Minas Gerais somou 624.597 cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre janeiro e junho de 2026, alta de 13% sobre o mesmo período de 2025, segundo o Ministério da Saúde. São 72.153 procedimentos a mais no estado.
O ritmo mineiro ficou acima da média do país, onde o crescimento foi de 8%, com 7.552.260 cirurgias eletivas no semestre e alta em 20 estados. O ministério não informou como os procedimentos se distribuíram entre os municípios mineiros, nem quantos foram feitos em hospitais da Região Metropolitana de Belo Horizonte e de Sete Lagoas.
As cirurgias do rol do programa Agora Tem Especialistas cresceram 16% em Minas Gerais. Foram 330.759 procedimentos de janeiro a junho de 2026, contra 279.416 no mesmo intervalo de 2025, ou 51.343 a mais. O rol reúne os procedimentos prioritários que recebem cofinanciamento federal, com recursos complementares para reduzir o tempo de espera dos pacientes.
No país, o rol somou 2.923.242 procedimentos no primeiro semestre, 264 mil a mais que um ano antes, com crescimento em 22 estados. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o programa mobiliza hospitais públicos e filantrópicos e também a rede privada para atender gratuitamente pacientes do SUS.
A projeção do ministério é de que o SUS ultrapasse 15 milhões de cirurgias eletivas em 2026, acima dos 14,9 milhões registrados em 2025, que já era recorde. Para o rol do Agora Tem Especialistas, a estimativa é de 6,1 milhões de procedimentos no ano, ante 5,7 milhões em 2025.
Outro indicador divulgado é a Oferta de Cuidados Integrados (OCI), modelo que reúne consulta com especialista, exames e diagnóstico em um mesmo fluxo de atendimento, para evitar que o paciente vá a unidades diferentes em datas diferentes. Até agosto, foram 1.318.617 OCIs no país, 54% a mais do que em todo o ano de 2025, quando somaram 857.740.
Entre janeiro e agosto, as OCIs executadas por componentes do Agora Tem Especialistas subiram mais de 1.100% na comparação com o ano anterior. O total inclui carretas de saúde da mulher, exames de imagem, oftalmologia, atendimento de pacientes do SUS por hospitais privados e filantrópicos e ações itinerantes, sobretudo em regiões indígenas. Os números de OCI por estado não foram informados.
Nota da redação: esta matéria foi produzida a partir de release/aviso de pauta oficial recebido pela redação e publicada de forma automatizada; o conteúdo carece de revisão editorial adicional.
Fonte: Assessoria do Ministério da Saúde
